Nesses dias eu estava pensando nas probabilidades da vida e conclui que nada é como idealizamos e que nada é friamente calculado como eu imaginava.
Ontem andando na rua o vi, espero que esteja errada, mas lá estava ele impressionantemente lindo com seu amigo, rindo e sem nem suspeitar que alguém o observava. Que coisa ridícula né? Eu acho. E naquele momento exato tive vontade de rir, mas chorei e segui assim o caminho (no ônibus) pra casa.
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